Qualquer generalização sobre um país é injusta para alguém, e quem tem 30 anos não namora como quem tem 60. Ainda assim, há traços comuns: a vida social faz-se muito na rua, nas esplanadas, à mesa e nas festas de bairro, e um primeiro encontro raramente é uma produção. Um café, um passeio à beira-rio ou uns petiscos ao fim da tarde são o ponto de partida mais habitual.
Um estudo do ICNOVA (NOVA FCSH), coordenado pela investigadora Rita Sepúlveda e divulgado em 2026, ouviu utilizadores ativos de apps em Portugal: o Tinder e o Bumble são as plataformas mais populares, e muita gente usa mais do que uma app ao mesmo tempo.
| O que dizem os utilizadores | Percentagem |
|---|---|
| Procuram uma relação séria | 61% |
| Procuram encontros casuais | 59% |
| Procuram novas amizades ou contactos sociais | 47% |
| Consideram a segurança um problema importante | 36% (57% das mulheres) |
| Já fizeram uma pausa das apps | 91% |
Cada pessoa podia escolher várias respostas, por isso a soma passa de 100%. A conclusão é simples: na mesma app há quem queira uma relação e quem não queira. Diz com clareza, no perfil, o que procuras. Temos ideias em como escrever o perfil.
Também se casa cada vez mais tarde: segundo o INE, em 2025 a idade média ao primeiro casamento foi de 36,1 anos nos homens e 34,6 nas mulheres. Muita gente procura alguém já com carreira feita, com filhos ou depois de um divórcio. Para esse recomeço, temos o guia de encontros depois do divórcio.
