Tipos de burla nos encontros online: como reconhecer cada uma

Atualizado em 20 de outubro de 2026 · Por Equipa Editorial do Smooch · Editor: Bill Alena

As burlas que visam quem procura namoro online em Portugal seguem quase sempre o mesmo caminho: uma relação que cresce depressa, uma conversa que sai da plataforma e, no fim, um pedido de dinheiro, de dados ou de imagens. Mudam os pretextos: o falso militar no estrangeiro, o investimento em criptomoedas, a extorsão sexual, os sites falsos, a taxa da encomenda, a herança bloqueada, o roubo de identidade e os deepfakes. Este guia explica cada um.
Pessoa a olhar com desconfiança para uma mensagem no telemóvel

Que tipos de burla visam quem procura namoro online?

As mais descritas pelas autoridades portuguesas são o falso militar ou médico no estrangeiro, os falsos investimentos, a extorsão sexual, os pedidos de dinheiro para heranças, viagens ou taxas, e o uso da vítima para passar dinheiro. A regra comum: alguém que só conheces online acaba a pedir dinheiro.

O Ministério Público, a Polícia Judiciária, a PSP e a APAV descrevem estes esquemas nos seus alertas e relatórios. A tabela resume os oito tipos mais comuns. Mais abaixo, cada um tem como começa, os sinais de alerta e o que fazer.

Os tipos de burla mais comuns nos encontros online
Tipo de burlaComo começaO que acabam por pedir
Falso militar, médico ou engenheiroPerfil atraente de alguém que trabalha longeDinheiro para uma emergência, uma viagem ou uma licença
Investimento e criptomoedasUm novo «amigo» ou par que ganha muito a investirDepósitos numa plataforma falsa e taxas para levantar
Extorsão sexualConversa íntima que escala depressaDinheiro para não divulgar imagens íntimas
Sites falsos e armadilhas de subscriçãoUm site desconhecido ou que imita uma marcaDados do cartão e pagamentos que se renovam
Encomenda retida ou taxa alfandegáriaUm presente que «ficou preso na alfândega»Uma taxa para libertar a encomenda
Herança, negócio ou dinheiro bloqueadoUma fortuna que só falta desbloquearDinheiro para advogados, impostos ou taxas
Roubo de identidadePedidos de documentos, selfies ou códigosOs teus dados, para abrir contas ou pedir crédito
Deepfakes e inteligência artificialFotografias, vozes ou vídeos gerados por IAQualquer um dos pedidos acima, com mais credibilidade

Como funciona a burla do falso militar, médico ou engenheiro no estrangeiro?

O burlão finge ser militar em missão, médico numa zona de conflito ou comandante de navio. A profissão explica porque nunca pode encontrar-se contigo nem fazer videochamada. Depois de semanas de carinho, surge uma emergência que só o teu dinheiro resolve.

Como começa

Nos relatórios de 2021 e 2022, o Gabinete Cibercrime do Ministério Público descreve denúncias de pessoas contactadas por supostos militares da ONU, comandantes de navios ou médicos em zonas de conflito, com nomes e fotografias falsas. As vítimas eram, nesses casos, mulheres de meia-idade, e muitas perderam dezenas de milhares de euros.

Sinais de alerta

  • Declarações de amor muito rápidas, antes de se conhecerem pessoalmente.
  • Uma profissão que justifica sempre a distância e a falta de videochamadas.
  • Pressa em passar a conversa para o WhatsApp, o Telegram ou o email.
  • Visitas marcadas que nunca acontecem, com pedidos para pagares voos ou alojamento.
  • Emergências cada vez mais dramáticas: um hospital, uma licença, um problema com a justiça.

O que fazer

Propõe uma videochamada: quem é real aceita, mais cedo ou mais tarde. Pesquisa as fotografias com uma pesquisa inversa de imagens, como sugere a PSP. Explicamos como fazer em como identificar um catfish e em videochamada antes do primeiro encontro. Se já enviaste dinheiro, liga ao banco e segue os passos para denunciar uma burla romântica.

O que é a burla de investimento em criptomoedas («pig butchering»)?

Alguém que conheceste numa app ou rede social ganha a tua confiança e, aos poucos, apresenta-te um investimento muito rentável. Uma plataforma falsa mostra lucros, mas quando tentas levantar o dinheiro pedem-te taxas, e no fim tudo desaparece.

O FBI chama-lhe «pig butchering»: os burlões fazem-se passar por investidores de sucesso em criptomoedas, contactam as vítimas em redes sociais ou apps de encontros, como novo amigo ou par romântico, e levam-nas a investir em sites ou apps falsas que mostram ganhos inventados. Quando a vítima tenta levantar o dinheiro, pedem-lhe impostos ou taxas.

Em Portugal, a Polícia Judiciária deteve em julho de 2026, na Operação Coração de Ouro, um suspeito de criar perfis falsos no Instagram para estabelecer relações de confiança, por vezes românticas, com mulheres, e de as levar a fazer transferências e pagamentos por MB WAY para falsos investimentos. Foram identificadas cinco vítimas, com prejuízos acima de 60 mil euros.

Sinais de alerta

  • A pessoa fala muito de dinheiro, de investimentos e do estilo de vida que estes lhe dão.
  • Oferece-se para te «ensinar» e insiste para começares com pouco.
  • Promete ganhos altos ou sem risco e pressiona-te a decidir depressa.
  • Pede para instalares uma app ou para lhe dares acesso remoto ao telemóvel ou ao computador.
  • Para levantares os lucros, tens de pagar primeiro uma comissão, um imposto ou um seguro.

O que fazer

A CMVM aconselha, num alerta de setembro de 2026, a nunca dar acesso remoto aos teus equipamentos, a recusar pedidos de comissões, impostos ou taxas, e a confirmar se a entidade está autorizada a atuar em Portugal na lista de intermediários financeiros da CMVM. A Linha de Apoio ao Investidor da CMVM atende no 800 205 339, mas contactá-la não substitui a queixa às autoridades.

Como funciona a extorsão sexual depois de um contacto num site de namoro?

A conversa torna-se íntima depressa e a outra pessoa pede fotografias ou uma videochamada íntima. Depois ameaça enviar as imagens à tua família ou aos teus contactos se não pagares. Não pagues, corta o contacto, guarda as provas e apresenta queixa por extorsão.

O Ministério Público acompanha este fenómeno há vários anos: a vítima é abordada, sobretudo em sites de namoro, cria uma relação de proximidade, envia imagens íntimas e depois é chantageada. O Gabinete Cibercrime recebeu 56 denúncias destas em 2024 e 27 em 2025. A Linha Internet Segura registou 159 casos de extorsão sexual em 2025.

Sinais de alerta

  • A conversa passa para temas sexuais muito cedo.
  • A pessoa envia primeiro uma imagem íntima e pede-te uma em troca.
  • Propõe uma videochamada íntima mas a câmara dela «não funciona».
  • Pede para mudarem para uma app onde as mensagens desaparecem.

O que fazer

  • Não pagues. Pagar não garante que as ameaças acabem e pode levar a novos pedidos.
  • Corta o contacto e bloqueia a pessoa, depois de guardares as provas.
  • Guarda as mensagens com as ameaças, o perfil, os números e os pedidos de pagamento.
  • Apresenta queixa por extorsão, também aceite no sistema Queixa Eletrónica.
  • Pede ajuda à Linha Internet Segura, no 800 21 90 90, que apoia vítimas de cibercrime.

Não tens culpa e não estás sozinho. A PSP aconselha a não enviar fotografias íntimas ou comprometedoras a quem conheces só online, precisamente porque podem ser usadas para extorsão.

Como reconhecer sites de encontros falsos e armadilhas de subscrição?

Desconfia de sites que não dizem quem os gere, que não mostram o preço total e a duração antes de pagares, ou que imitam uma marca conhecida. Em Portugal, quem vende online tem de indicar a identidade, o preço, a duração e as condições de renovação antes da compra.

Nem todas as burlas vêm de um perfil falso. Às vezes o problema é o próprio site: uma página que copia o nome de uma marca para recolher dados de cartões, ou um serviço que cobra de forma pouco clara e dificulta o cancelamento.

No Portal da Queixa, as reclamações sobre plataformas de encontros passaram de 22 em 2019 para 33 em 2025, e chegaram a 20 só no primeiro semestre de 2026. Segundo o portal, mais de 40% das queixas de 2026 eram sobre problemas financeiros, como cobranças indevidas e dificuldades em obter reembolsos.

Sinais de alerta

  • O site não indica a empresa responsável nem uma morada.
  • O preço total, a duração e a renovação automática não aparecem antes do pagamento.
  • O endereço tem erros, letras trocadas ou uma terminação estranha.
  • Chegaste lá por um link enviado por alguém que conheceste noutra app.
  • Pedem os dados do cartão para «verificar a idade» ou «confirmar a conta» num site que não conheces.

O que diz a lei e o que fazer

A lei dos contratos à distância (Decreto-Lei n.º 24/2014) obriga quem vende online a indicar, antes da compra, a sua identidade e morada, o preço total, a duração do contrato, as condições para o terminar quando há renovação automática, e o direito de livre resolução. Compara preços e condições reais em preços dos sites de encontros e, para saber como confirmar se um site é verdadeiro, lê o Smooch é fiável?. Se pagaste num site falso, liga ao banco e cancela o cartão.

O que é a burla da encomenda retida ou da taxa alfandegária?

A pessoa diz que te enviou um presente. Pouco depois, recebes uma mensagem de uma falsa transportadora ou alfândega a pedir uma taxa para libertar a encomenda, com um link para pagares. A encomenda não existe e os dados do cartão vão para os burlões.

Esta burla junta duas outras: a romântica e o phishing por SMS. A Autoridade Tributária alertou em 2021 para mensagens falsas de supostos centros aduaneiros, com links para sites fraudulentos que recolhem dados pessoais e confidenciais, e já antes tinha avisado para mensagens a exigir o pagamento de taxas aduaneiras por encomendas retidas. A AT foi clara: são mensagens falsas e devem ser ignoradas.

Sinais de alerta

  • Um presente caro de alguém que nunca conheceste pessoalmente.
  • Uma mensagem de «alfândega» ou «transportadora» logo a seguir, com urgência e um link.
  • Pedidos de pagamento por transferência para uma conta particular, MB WAY ou cartões-oferta.
  • A taxa aumenta depois de pagares a primeira.

O que fazer

Não carregues no link. Se esperas mesmo uma encomenda, consulta o estado no site oficial da transportadora, escrevendo tu o endereço. Se introduziste dados do cartão, liga de imediato ao banco.

Como funciona a burla da herança, do negócio ou do dinheiro bloqueado?

A pessoa diz que vai receber uma herança ou uma grande quantia, mas precisa de ajuda para pagar advogados, impostos ou taxas. Às vezes pede para abrires uma conta e passares dinheiro, o que te pode envolver em branqueamento de capitais sem saberes.

Na campanha sobre burlas românticas de 2023, a APAV descreveu burlões que pedem dinheiro com a desculpa de estarem à espera de receber uma herança ou um montante avultado. Descreveu também outro pedido perigoso: criar contas bancárias para receber dinheiro e depois transferi-lo para outras contas. A APAV avisa que, assim, a vítima pode estar a facilitar branqueamento de capitais sem o saber.

Sinais de alerta

  • Uma fortuna, um contrato ou um negócio que está sempre quase a ser desbloqueado.
  • Documentos «oficiais», cartas de advogados ou de bancos que chegam por email ou WhatsApp.
  • Promessas de te devolver tudo, com juros, assim que o dinheiro for libertado.
  • Pedidos para receberes dinheiro ou encomendas e os reenviares para outra pessoa.
  • Pedidos para não contares nada à família ou aos amigos.

O que fazer

Recusa receber ou reenviar dinheiro de terceiros, por muito convincente que seja a história. Se já o fizeste, fala com o teu banco e apresenta queixa, explicando o que aconteceu. Lê também o que é a burla romântica para reconhecer as fases que levam até este pedido.

Como é que um encontro online pode levar ao roubo de identidade?

Alguns burlões não pedem dinheiro, pedem dados: cópia do Cartão de Cidadão, selfies com o documento, códigos que recebes por SMS ou acesso ao banco. Com eles podem pedir crédito, fazer compras ou tirar dinheiro da tua conta em teu nome.

A DECO PROteste lembra que, com os dados de outra pessoa, os criminosos podem contrair créditos, fazer compras e transferir dinheiro da conta da vítima. Entre os conselhos, estão evitar autorizar a fotocópia do Cartão de Cidadão e não partilhar dados privados nas redes sociais. A PSP aconselha também a não partilhar moradas, dados bancários ou fiscais com quem conheces online.

Sinais de alerta

  • Pedidos de uma fotografia do teu documento «para provar que és real».
  • Pedidos de um código que acabaste de receber por SMS.
  • Links para «verificar a conta» numa página que não é a da plataforma.
  • Perguntas insistentes sobre a tua morada, o teu NIF ou o teu banco.

O que fazer

Nunca partilhes códigos nem documentos com quem conheceste online. Numa plataforma séria, a verificação de identidade é feita na própria plataforma, não por mensagem. Se suspeitas de que usaram os teus dados, a DECO PROteste aconselha a verificar na Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal se há créditos em teu nome. Se perdeste ou te roubaram documentos, podes pedir ao Banco de Portugal um alerta gratuito a todo o sistema bancário, com a declaração da PSP ou da GNR.

Como usam os burlões os deepfakes e a inteligência artificial?

A IA permite criar fotografias de pessoas que não existem, clonar vozes e fazer vídeos falsos, incluindo com figuras públicas. Torna as burlas acima mais convincentes, mas não muda o essencial: no fim, há sempre um pedido de dinheiro ou de dados.

A Polícia Judiciária alertou em 2024 para redes estrangeiras que usam inteligência artificial para traçar perfis das vítimas e tornar o contacto quase pessoal. O FBI avisou, em dezembro de 2024, que os criminosos usam IA generativa para criar imagens de perfil, documentos de identificação, vozes e vídeos falsos. E a CMVM sublinha, no alerta de 2026, que vídeos e anúncios falsos com nomes e imagens de figuras públicas são cada vez mais comuns.

Sinais de alerta

  • Fotografias perfeitas demais, com fundos estranhos, mãos ou brincos deformados.
  • Videochamadas curtas, com má imagem, ou em que a pessoa não reage com naturalidade.
  • Mensagens de voz com um tom sempre igual, sem respirações nem hesitações.
  • Vídeos de figuras públicas a recomendar investimentos.

O que fazer

Numa videochamada, pede algo espontâneo, como acenar ou virar a cabeça. Combina com a família uma palavra-código para pedidos de dinheiro por telefone. Os pormenores estão no guia sobre burlas com inteligência artificial.

Depois de uma burla, como evitar a burla da recuperação?

Depois de perderes dinheiro, podem aparecer supostos especialistas ou advogados a prometer recuperá-lo em troca de uma taxa. É quase sempre uma segunda burla. A recuperação legítima passa pelo banco e pelas autoridades.

Quem já perdeu dinheiro pode ser contactado de novo, por pessoas que dizem trabalhar para um banco, um escritório de advogados ou uma empresa de recuperação. A CMVM aconselha expressamente a recusar pedidos para transferir dinheiro para «recuperar» investimentos anteriores.

  • A polícia e os bancos não cobram taxas para recuperar dinheiro.
  • Desconfia de quem te contacta sem teres pedido e já sabe o que te aconteceu.
  • Confirma qualquer contacto ligando tu para o número oficial da entidade.

Onde denunciar uma burla em Portugal?

Liga primeiro ao banco. Depois apresenta queixa na PSP, na GNR, na Polícia Judiciária, no Ministério Público ou online no sistema Queixa Eletrónica, e denuncia o perfil na plataforma. A APAV dá apoio no 116 006. Em perigo, liga 112.

ServiçoContactoPara quê
O teu bancoNúmero oficial no site, na app ou no cartãoTravar pagamentos e tentar recuperar transferências
Queixa Eletrónica (MAI)queixaselectronicas.mai.gov.ptQueixa online por burla ou extorsão
PSP, GNR, PJ ou Ministério PúblicoEsquadra, posto ou serviços do Ministério PúblicoQueixa presencial ou por escrito
Gabinete Cibercrime da PGRcibercrime@pgr.ptDenúncia de crimes cometidos pela internet
APAV, Linha de Apoio à Vítima116 006 (gratuito)Apoio confidencial a vítimas de crime
Linha Internet Segura800 21 90 90 (gratuito, dias úteis)Apoio a vítimas de cibercrime, incluindo extorsão sexual
CMVM, Linha de Apoio ao Investidor800 205 339Dúvidas sobre investimentos e entidades autorizadas
Número Europeu de Emergência112Perigo imediato ou crime a acontecer

O passo a passo completo, com as provas a guardar e os prazos, está em como denunciar uma burla romântica. Os números oficiais estão nas estatísticas da burla romântica.

E no Smooch?

No Smooch, os perfis e as fotografias novas são revistos antes de aparecerem, podes verificar a identidade com documento e selfie para mostrar o selo «ID verified», que é opcional, e podes bloquear e denunciar qualquer membro. As denúncias são analisadas pela equipa de moderação. Nenhuma plataforma elimina todas as burlas, por isso segue também a nossa lista de segurança.

Perguntas frequentes

Qual é o sinal mais claro de que estou a falar com um burlão?

Um pedido de dinheiro, de cartões-oferta, de códigos ou de documentos por parte de alguém que nunca conheceste pessoalmente. Pode vir embrulhado numa história comovente, mas é o sinal que se repete em todas as burlas.

Os homens também são vítimas destas burlas?

Sim. Nos casos de burla romântica descritos pelo Ministério Público em 2021 e 2022, as vítimas eram mulheres de meia-idade, mas os números oficiais só mostram quem denunciou. Qualquer pessoa pode ser enganada, incluindo homens, e a extorsão sexual não escolhe género.

Paguei uma taxa a uma suposta alfândega. Ainda posso fazer alguma coisa?

Sim. Liga logo ao banco para tentar travar o pagamento e bloquear o cartão, guarda a mensagem e o link, e apresenta queixa. Se introduziste dados de acesso ao banco, muda as palavras-passe.

Um perfil com selo de verificação pode ser um burlão?

A verificação reduz o risco, mas não é uma garantia sobre as intenções de ninguém. No Smooch, o selo «ID verified» é opcional e confirma que a pessoa passou uma verificação de identidade. Mesmo assim, nunca envies dinheiro a quem não conheces pessoalmente.

Devo confrontar o burlão antes de o denunciar?

Não. Guarda primeiro as provas, depois bloqueia e denuncia. Confrontar não traz nada de bom e pode levá-lo a apagar o perfil e as mensagens.

Fontes

  1. Ministério Público, Gabinete Cibercrime: denúncias de cibercrime recebidas em 2021 (janeiro de 2022) (consultado em outubro de 2026)
  2. Ministério Público, Gabinete Cibercrime: denúncias de cibercrime em 2022 (consultado em outubro de 2026)
  3. Ministério Público, Gabinete Cibercrime: cibercrime, denúncias recebidas em 2025 (fevereiro de 2026) (consultado em outubro de 2026)
  4. Sábado (Lusa): Linha Internet Segura recebe 949 casos de cibercrime e violência em 2025 (fevereiro de 2026) (consultado em outubro de 2026)
  5. DNoticias: PSP alerta para burla amorosa (junho de 2026) (consultado em outubro de 2026)
  6. Diário de Notícias: APAV alerta para burlas românticas (fevereiro de 2023) (consultado em outubro de 2026)
  7. RTP: Operação Coração de Ouro, PJ detém suspeito de burlar mulheres nas redes sociais (julho de 2026) (consultado em outubro de 2026)
  8. FBI e IC3: Cryptocurrency Investment Schemes, «pig butchering» (outubro de 2022) (consultado em outubro de 2026)
  9. 24 Notícias: CMVM alerta para aumento de fraudes associadas a falsos investimentos (setembro de 2026) (consultado em outubro de 2026)
  10. Portal da Queixa: reclamações sobre apps de encontros em Portugal (junho de 2026) (consultado em outubro de 2026)
  11. Decreto-Lei n.º 24/2014, contratos celebrados à distância (artigos 4.º e 10.º), texto publicado pelo Governo Regional da Madeira (consultado em outubro de 2026)
  12. Observador: Fisco emite alerta sobre SMS enviados por falsos centros aduaneiros (março de 2021) (consultado em outubro de 2026)
  13. DECO PROteste: 7 dicas para evitar o roubo da sua identidade (julho de 2024) (consultado em outubro de 2026)
  14. 4gnews: Banco de Portugal, alerta gratuito ao sistema bancário em caso de perda ou roubo de documentos (agosto de 2026) (consultado em outubro de 2026)
  15. RTP: PJ alerta para campanha de burla com recurso a inteligência artificial (setembro de 2024) (consultado em outubro de 2026)
  16. FBI IC3: Criminals Use Generative Artificial Intelligence to Facilitate Financial Fraud (dezembro de 2024) (consultado em outubro de 2026)
  17. Ministério da Administração Interna: Sistema Queixa Eletrónica (consultado em outubro de 2026)
  18. CIG: contactos de apoio, incluindo a Linha de Apoio à Vítima da APAV (116 006) (consultado em outubro de 2026)
  19. e-konomista: Linha Internet Segura (800 21 90 90) (consultado em outubro de 2026)

Como pesquisamos e atualizamos os nossos guias: política editorial. Encontraste alguma informação desatualizada? Diz-nos.

Queres conhecer alguém a sério?

Aderir ao Smooch e criar o teu perfil é grátis.

Criar o meu perfil grátis